CHINESES ENTRE AS NACIONALIDADES QUE MAIS COMPRAM CASAS EM PORTUGAL

CHINESES ENTRE AS NACIONALIDADES QUE MAIS COMPRAM CASAS EM PORTUGAL
January 25, 2017 myportugal

A diversificação de nacionalidades tem vindo a aumentar, tendo havido, em 2016, transações de imobiliário que envolviam 43 nacionalidades, com particular destaque para o Brasil, França, China, África do Sul, Líbano e Turquia.

Os chineses estão entre as nacionalidades que mais compram casas em Portugal, segundo dados avançados pela consultora JLL e noticiados pela Lusa.

De acordo com os as informações avançadas pela consultora, a diversificação de nacionalidades tem vindo a aumentar, tendo havido, em 2016, transações de imobiliário que envolviam 43 nacionalidades, com particular destaque para o Brasil, França, China, África do Sul, Líbano e Turquia.

Na apresentação do balanço de 2016 e perspetivas para 2017, com base nas suas transações que incluem 840 casas em empreendimentos novos em Lisboa (+68%), a consultora indicou que 65% dos compradores são estrangeiros

Segundo a responsável pela área residencial da JLL, Patrícia Barão, enumerou os vistos gold, os benefícios ficais e o facto de Portugal ser um “ótimo país” para viver a reforma como as principais causas deste aumento. Para a especialista, o aumento de turistas tem feito crescer o interesse de pessoas em viver no país, além de os “valores (de venda de casas) serem mais apetecíveis que nas restantes cidades europeias”.

Um estudo de mercado, levado a cabo pela JLL, mostrou que o metro quadrado, no segmento ‘prime’ (mais qualificado) em Lisboa custa oito mil euros, ainda abaixo dos 10 mil de Madrid e 12 mil euros de Berlim. Já em Paris o preço é 18 mil euros e em Londres chega aos 27 mil.

No que se refere a perspetivas para o setor imobiliário em 2017, a consultora prevê que o estado do setor continue em terreno positivo. “Tudo indica que este momento é para durar, sobretudo se soubermos perceber e apoiar as estratégias de investimento dos ‘players’ que estão atentos ou a atuar em Portugal e desde que se garanta estabilidade fiscal”, acredita o diretor-geral, Pedro Lencastre. Além disso, o responsável fez questão de salientar “as boas oportunidades” para concretizar em Lisboa, nomeadamente na Feira Popular e nas zonas de Alcântara e Campolide.

Fonte: www.ptmm.pt